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  Olímpia-SP, Quarta-Feira, 16 de Abril de 2014
 
 
 
  Proposta de atuação da equipe Multidisciplinar - Secretaria Municipal da Saúde - Prefeitura Municipal de Olímpia-SP
  Proposta de atuação da equipe Multidisciplinar
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PROPOSTA DE ATUAÇAO DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR DA SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE JUNTO À SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE OLÍMPIA PARA O ANO DE 2009

IDENTIFICAÇAO
Grupo de Apoio e Prevenção dos Distúrbios de Aprendizagem

INTRODUÇÃO
A trajetória de atendimento pelo SUS, através da Secretaria da Saúde de Olímpia, às crianças tidas como com dificuldades de aprendizagem e/ou de comportamento, uma demanda crescente, nos fez refletir se não era o momento de repensar no atendimento clínico oferecido à população. Fazia necessário partir do nível secundário e terciário de atendimento para um nível primário onde pudesse intervir em ações preventivas. E, isso, só seria possível com quem lida com as aprendizagens na mais tenra idade: os professores.

A idéia de parceria da equipe multidisciplinar da Saúde com a Secretaria de Educação se concretizou em agosto de 2002, inicialmente em apenas duas EMEIs, estendendo-se para as demais pré-escolas e creches em 2003. Em outubro do mesmo ano, por solicitação da Secretaria da Educação, deixou-se as EMEIs  para atendimento à EMEIEF Zenaide Rugai  Fonseca. No ano de 2004 o programa atendeu às creches e as EMEIEF Zenaide Rugai Fonseca e Reinaldo Zanin. De 2005 a 2008 foram atendidos professores de creches, pré-escolas e de 4 escolas de ensino fundamental, além de pais de creches e EMEI (Narizinho, Pedrinho e Thiago).

JUSTIFICATIVA
A dificuldade da criança para aprender não pode ser considerada como algo que se situa no aprendiz, no professor, na família ou na sociedade, mas na interação entre eles. Para ler e escrever é necessário que a criança pense que sinta e que esteja inserida num contexto social que outorga significados e sentidos para a aprendizagem.

As dificuldades de aprendizagem e de comportamento, que são observadas nas escolas, interferem significativamente no rendimento escolar e na atividade da vida diária que exigem habilidades de leitura, escrita e matemática.

Pelo fato da dificuldade se manifestar na escola, não quer dizer que o problema tenha surgido nesta fase, mas que pode estar presente antes do início da alfabetização.

Distúrbio de aprendizagem tem relação com problemas de desenvolvimento da linguagem em aspectos como o desenvolvimento da expressão e compreensão da linguagem falada ou no processamento de informações auditivas e visuais. Problemas de linguagem oral podem comprometer o desenvolvimento da leitura e escrita e o raciocínio lógico-matemático. Programa de intervenção a nível primário detectando sinais do comprometimento da linguagem, sintaxe, semântica, fonológica e pragmática é o que pode ser desenvolvido já no período da pré-escola.

 Comportamento das crianças como: agitação, distração, hiper-atividade, impulsividade e desatenção, desde as fases iniciais da escolarização, tem sido um entrave para a atuação plena do professor. Orientações para extinção destes comportamentos devem ser dadas para que os professores possam atuar com segurança.
O professor é quem deve conhecer e ter autonomia para atuar, não havendo, na maioria das vezes, necessidade de delegar a solução de problemas a outros profissionais. O professor precisa acreditar que é capaz de sanar muitas dificuldades apresentadas pelo aluno, em sala de aula. Só os casos específicos, insolúveis na instituição, devem ser encaminhados para serviços extra-escolares. O professor precisa estar bem quanto a sua saúde mental, emocional e orgânica, especialmente no que se refere à saúde vocal, seu instrumento de trabalho.
A interação escola-família é
outro aspecto que deve ser reforçado entre pais e professores e que vais constituir na relação de confiança e compreensão que refletirá na interação da criança com o educador.

Por se observar uma demanda crescente de crianças que apresentam queixa de dificuldade de aprendizagem e/ou de comportamento no atendimento ambulatorial da Secretaria Municipal de Saúde, teve início, há 5 anos e meio, e pretende dar continuidade para o ano de 2009, este programa que atende aos princípios da atenção primária à saúde.  A atuação da equipe tem caráter exclusivo de discussão de casos, identificação dos problemas e procura de soluções viáveis em sala de aula, não se propondo, portanto, à terapia em ambiente escolar, mesmo porque esse procedimento é vedado, pelo conselho de classe aos profissionais que fazem parte desta parceria. Casos específicos serão encaminhados para a rede pública de atendimento, aguardando a lista de espera ou sendo priorizado de acordo com a urgência.

OBJETIVO GERAL
Orientar professores da rede pública municipal de ensino de Olímpia quanto a sua saúde mental, emocional e vocal, Capacitar o professor quanto ao desenvolvimento normal da criança nos aspectos motor, sensorial, cognitivo, emocional, sócio-cultural e de linguagem.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Orientar professores quanto ao uso da voz, a identificar seu nível de estress e a combatê-lo;
Capacitar professores a conhecer e a identificar aspectos do desenvolvimento da criança defasados para atuação direta ou encaminhamento;
Discutir com professores estratégias de abordagem para trabalhos desenvolvidos junto aos alunos;
Participar no planejamento e execução de atividades específicas de linguagem oral e escrita;
 Proporcionar melhor convivência entre professores e alunos;
Incrementar a participação das famílias no contexto da escola;
Criar momentos de reflexões com as famílias para melhor convívio entre as partes;
Orientar pais e professores quanto ao aspecto da cidadania (direito e deveres, cuidados com a saúde, enfocando a prevenção de drogas, sexualidade, gravidez na adolescência entre outros);
Informar e encaminhar pais, professores e alunos para os recursos existentes na comunidade.

RECURSOS NECESSARIOS
Recursos humanos:
01 psicólogo,
02 assistentes sociais,
02 fonoaudiólogos;
01 terapeuta ocupacional.

Recursos materiais:
Áudio-visual (aparelho de TV, vídeo-cassete, aparelho de DVD, micro sistem);
Material de consumo (papel sulfite, lápis, caneta, cartolinas, cadernos copias xerografadas, quadro branco, pincéis, apagador para quadro branco);
Computador com acesso à internet;
Bibliografia especifica;
Atualização profissional através de cursos, seminários e congressos.

CRONOGRAMA
1.Janeiro – planejamento junto à equipe da Secretaria Municipal de Educação;
2.Fevereiro a dezembro – capacitação de professores e orientação às famílias do ensino infantil e fundamental.

AVALIAÇÃO
 As avaliações serão bimestrais, com a equipe da Secretaria Municipal de Educação, para direcionamento dos trabalhos subseqüentes.

Flávia Noronha Ventura Pedroso – Assistente Social
Josiani Netto Bízio Bom – Assistente Social
Aparecida Maria Braz de Miranda Monzani – Fonoaudióloga
Miiaco Kishi Kuroishi – Fonoaudióloga
Adriana Fernandes Breseghello – Psicóloga
Adriana Cristina Bernardes Escanhoela – Terapeuta Ocupacional

   

Mkk/09.01.2009


GRUPO DE APOIO E PREVENÇAO DOS DISTÚRBIOS DE APRENDIZAGEM
Parceria Secretaria Municipal de Saúde e Secretaria Municipal da Educação

PROPOSTA DE ATUAÇAO PARA O ANO DE 2009

ENSINO INFANTIL

Tendo em vista a experiência dos anos anteriores, observamos que o trabalho realizado com professores, coordenadores e familiares dos alunos do ensino infantil, apresentou resultados satisfatórios. Assim sendo, a proposta para o ano de 2009 é a continuidade deste programa, no mesmo esquema: encontros semanais em creches para atendimento aos respectivos professores e familiares dos alunos e, na Secretaria da Educação para grupos de professores das EMEIs.

Objetivo geral:

Capacitar professores quanto ao desenvolvimento infantil nos aspectos: sensitivo, motor, cognitivo, emocional, sócio-cultural, a fim de que possam atuar, a nível primário, de forma efetiva no desenvolvimento de seus alunos. Incorporar a participação da família valorizando a escola, sem perder a responsabilidade da mesma em ser o núcleo inicial do desenvolvimento dos filhos.

ENSINO FUNDAMENTAL

Quanto ao ensino fundamental, notou-se que houve uma quebra de continuidade no desenvolvimento das propostas iniciais, em parte pela ausência de parte de professores na escola, que faziam HTPC na Secretaria da Educação, afetando, principalmente, a discussão de casos, que impossibilitou a conclusão necessária para a compreensão e orientação dos mesmos.

Observou-se também, no final do primeiro semestre de 2007, que os professores apresentavam necessidades de acolhimento voltadas para sua auto-estima, relacionadas tanto a vida profissional quanto pessoal. Diante desses fatos a equipe iniciou um trabalho voltado para essas necessidades mais prementes. Assim, a capacitação dos professores com relação às dificuldades de aprendizagem não correspondeu às expectativas.

Tais constatações levaram a equipe da Secretaria da Saúde a pensar em uma abordagem mais direta com as crianças que apresentam dificuldades de leitura e escrita, portanto num nível secundário de atuação, com a presença dos professores que atuam diretamente com esses alunos, para as devidas observações e orientações. Trata-se de uma proposta de trabalho, por um semestre, direcionado apenas a uma escola, escolhida a critério da Secretaria Municipal de Educação. Após esse período, uma reavaliação será necessária para continuidade ou mudança no programa, até mesmo transferir para outra unidade escolar.

Proposta:
Atuação no primeiro semestre, uma vez por semana, no período da manhã e da tarde, no prédio da Secretaria Municipal de Saúde.
A escola eleita encaminha, por período, 10 alunos e os respectivos pais ou responsáveis para a primeira triagem em grupo com a equipe da Secretaria da Saúde. Espera-se a participação de pelo menos dois professores em cada período.
Os alunos serão avaliados e acompanhados em dois grupos, 5 elementos em cada; grupos estes onde o professor deve estar presente, junto ao profissional que atenderá ao grupo. Os pais ou responsáveis farão parte de outros dois grupos a serem acompanhados e orientados, concomitantemente, por outros profissionais.
Os encontros serão semanais, com 45 minutos de atendimento, finalizados em outros 45 minutos de discussão, entre professores e equipe técnica, sobre os aspectos observados no primeiro momento.
Espera-se que os professores possam, diante dessas observações e orientações, serem capazes de atuar autonomamente, com os seus alunos.

Flávia Noronha Ventura Pedroso - Assistente Social
Josiani Netto Bízio Bom - Assistente Social
Aparecida Maria Braz de Miranda Monzani - Fonoaudióloga
Miiaco Kishi Kuroishi - Fonoaudióloga
Adriana Fernandes Breseghello - Psicóloga
Adriana Cristina Bernardes Escanhoela - Terapeuta Ocupacional

mkk16/01/09

 
 

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