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História de Olímpia

No início
Primeiro Cruzeiro naquele tempo erguido é ainda hoje conservado
Em meados do século passado, entre os aventureiros da exploração e conquista das terras virgens e incultas, estava o mineiro Antônio Joaquim Miguel dos Santos, que perpetrou o devassamento pioneiro da terra que hoje habitamos.

O desbravador Antônio Joaquim dos Santos batizou-as de Sertão dos Olhos-d´Água devido ao grande número de de nascentes aqui encontradas. O local era cortado pelo Rio Turvo, pelo Rio da Cachoeirinha e por ampla rede de pequenos tributários.

Há sessenta córregos no Município e uma parte deles paga seus tributos ao Córrego dos Olhos-d´Água que corta a cidade de Olímpia e corre plácido entre suas margens, ornadas por amena vegetação.

FUNDAÇÃO DA CIDADE

Em 2 de março de 1903 era feita a doação de 100 alqueires de terras para a constituição do Patrimônio de São João Batista dos Olhos-d´Água. A escritura foi lavrada, naquele dia, no Cartório do 1º Tabelião Francisco de Almeida Silvares, em Barretos, e registrada em 9 de julho de 1903, às folhas 53, do livro 3-I de transcrição de Imóveis.

PATRIMÔNIO DE SÃO JOÃO BATISTA

A área de 100 alqueires de terras, doada para a construção do patrimônio em 1903, delimitada (hoje) pelas ruas Benjamin Constant, Avenida Mário Vieira Marcondes, Síria, Avenida Waldemar Lopes Ferraz, Dr. Antônio Olímpio e Avenida Dr. Andrade e Silva, recebe o nome de Patrimônio de São João Batista. São terras fofeiras, cujos proprietários pagam o aforamento à Fábrica da Paróquia. São João Batista é o padroeiro de Olímpia.

O templo católico, o principal da cidade, em que é venerado e servido o Santo, na Praça da Matriz, é batizado como Igreja Matriz de São João Batista. A cada residencial dos sacerdotes que prestam serviços á Matriz, e onde está instalada a parte administrativa, na rua Dr. Antônio Olímpio, é a sede da Paróquia de São João Batista, criada em 13 de março de 1910.

O DISTRITO

O distrito, com nome de Vila Olímpia, foi criado em 18 de dezembro de 1906 pela Lei Estadual n.º 1035, governo do Dr. Jorge Tibiriçá, sendo a sede distrital elevada á categoria de Vila pela Lei Estadual n.º 1038, de 19 de dezembro do mesmo ano.

Foi o engenheiro Robert John Reid quem solicitou ao Dr. Antônio Olímpio Rodrigues Vieira, de largo prestígio político em Barretos, que ao ser criado o distrito, fosse dado o nome de Vila Olímpia, em homenagem à Maria Olímpia, afilhadinha do engenheiro e filha única do ilustre chefe político.

O MUNICÍPIO

O Município com terras desmembradas do Município de Barretos, foi criado em 7 de dezembro de 1917, pela Lei Estadual n.º 1571, governo do Dr. Altino Arantes, que também concedeu foros de cidade à Sede Municipal. A instalação do Município verificou-se em 7 de abril de 1918.

MUNICÍPIO DE OLÍMPIA

Situado na Meso-região da Alta e Média Araraquarense e na Micro-região de dividor Turvo-Grande, o Município de Olímpia, com área de 831 Km quadrados, é limitado ao norte pelos municípios de Altair e Guaraci; ao sul, pelos de Tabapuã e Cajobi; a leste pelos de Barretos e Severínia; a oeste pelos de Guapiaçú e Uchoa.

A sede Municipal, a 506 metros de altitude, ten sua posição geográfica determinada pelo paralelo de 20º45´15" de latitude sul em sua interseção com o meridiano de 48º54´38" de longitude oeste. O município se dispõe dos distritos de Olímpia (sede), Baguaçú e Ribeiro dos Santos.

A COMARCA

A Comarca de Olímpia foi criada em 19 de dezembro de 1919 pela Lei Estadual n.º 1689, também no governo Altino Arantes. A sua instalação ocorreu em 9 de fevereiro de 1920. De 2ª entrância, sua jurisdição abrange os Municípios de Olímpia, Altair, Cajobi, Embaúba, Guaraci e Severínia.

PADROEIRO, GENTÍLICO E COGNOMES

Padroeiro: São João Batista. Deveu-se a escolha do Padroeiro ao fato de os doadores serem devotos de São João. patrono da fecundidade agrícola.

Gentílico: Olimpiense. Para o torcedor do Olímpia Futebol Clube aplica-se o adjetivo olimpiano (em desuso).

Cognomes: Noiva Sertaneja (em desuso), Cidade Menina-Moça e Capital Nacional do Folclore

Fonte de Pesquisa: Livro Professor José Sant'anna




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