A Prefeitura de Olímpia intensificou, nesta última semana, o combate ao descarte irregular de lixo com a instalação de 12 novas placas orientativas em pontos críticos da cidade.
Ao todo, o município já soma cerca de 30 sinalizações de “Proibido Jogar Lixo” distribuídas em locais monitorados pela Fiscalização Ambiental, setor vinculado à Secretaria de Zeladoria e Meio Ambiente.
Com o intuito de conscientizar a população sobre a importância de destinar corretamente os dejetos, que devem ser levados aos ecopontos disponíveis, tal medida está de acordo com a lei nº 3.645/2012, que prevê o gerenciamento de resíduos no município.
O descarte irregular, além de ser proibido, causa diversos problemas urbanos, como mau cheiro, proliferação de insetos e animais, entupimento de canais de água e prejuízos à saúde pública. Jogar lixo em locais não autorizados não é apenas uma questão de má-educação, se trata de uma infração que gera penalidades legais previstas pela Lei federal 9.605/ 1998, a chamada Lei de Crimes Ambientais.
Ao contrário dos lixões irregulares, a Prefeitura disponibiliza um Ecoponto municipal e está implantando Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) em diferentes regiões da cidade, ampliando a capacidade de recebimento de materiais recicláveis. Trata-se de locais públicos e gratuitos destinados ao recebimento de resíduos que não devem ir para o lixo comum. São a solução certa para quem precisa descartar: entulho de obras; móveis e eletrodomésticos velhos; materiais recicláveis como papel, papelão, plástico, metal e vidro; entre outros.
O uso correto do Ecoponto é simples, gratuito e faz toda a diferença para manter a cidade limpa, organizada e saudável.
Compromisso com a Cidade e com o Futuro
De acordo com o Setor de Fiscalização Ambiental, ligado à Divisão de Meio Ambiente, a implementação das placas faz parte de um trabalho contínuo de monitoramento das áreas mais afetadas. Há mais de 10 anos, o município acompanha esses pontos e vem conseguindo reduzir significativamente os locais críticos. Graças ao trabalho persistente, o número de pontos de lixo irregular caiu de 40 para 15 áreas; um resultado positivo da fiscalização permanente.
No entanto, o crescimento populacional, a expansão urbana e o aumento de obras e novos empreendimentos têm contribuído para a recorrência do problema. Por isso, o monitoramento e as ações de orientação são constantes e ininterruptos.




